Não
preciso estar perto de uma multidão para estar feliz. Se eu tiver apenas UMA
pessoa que me acompanhe, isso basta. Poderia estar aqui ou no Japão,
perfeitamente ao lado dela.
Precisamos
fortalecer os nossos alicerces para a construção de uma vida nova. Daqui para
frente, às coisas mudam totalmente. A partir dos trinta anos de idade, você sente
cada vez mais a vontade de casar, de ter uma família, seja como for. Você quer
chegar em casa e encontrar a pessoa amada, quer dormir e acordar ao lado dela.
Você pensa naquela peça de teatro que está em cartaz, e logo pensa nela, na
pessoa que você ama. Pensa em ir ao cinema na terça, ou na quarta à noite, para
estar com ela. Na sexta jantar fora, sair para um lugar legal, junto com ela.
Sábado, de repente visitar um amigo, almoçar fora, uma praia, ou ficar em casa,
mas junto dela. Em um feriado viajar, aproveitar cada momento da viagem, mas
tem que ser com ela. Com essa pessoa, que também te escolheu para seguir ao
lado, mas de outra maneira agora. O tempo vai passando e as nossas prioridades
vão mudando. Então, sou eu, mais você! Agora
é cuidar quando tiver doente, quando houver cansaço, cuidar todos os dias. Quem
ama, com certeza cuida.
Agora, é dividir a cama, lençol, a caminhada.
É estar com os braços abertos em todas as estações, e acolher sempre.
Tem que ser na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. Até que a morte separe. Um amor de alma, real, diferente de tudo. Mas de tudo mesmo, que se teve um dia. Que cresce cada vez mais, e com o tempo só se fortalece. Na entrega, no cuidado, com carinho. Um amor manso, delicado, que olha nos olhos, e sente a nossa dor. Amor que não se pede, que não se mede, porque é amor.
Agora, é dividir a cama, lençol, a caminhada.
É estar com os braços abertos em todas as estações, e acolher sempre.
Tem que ser na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. Até que a morte separe. Um amor de alma, real, diferente de tudo. Mas de tudo mesmo, que se teve um dia. Que cresce cada vez mais, e com o tempo só se fortalece. Na entrega, no cuidado, com carinho. Um amor manso, delicado, que olha nos olhos, e sente a nossa dor. Amor que não se pede, que não se mede, porque é amor.
Ana
Gabriela Nunes.
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