Não me diga o que devo fazer, porque eu quero ir de encontro ao meu coração,
Não me diga para onde seguir, se preciso for, quebrarei a cara,
Não me faça querer as suas escolhas sempre, porque eu tenho as minhas,
Não me manipule, tenho as minhas vontades,
Não me sufoque, porque rapidamente irei correr,
Não me cobre demasiadamente, eu sei o significado de doação,
Não me culpe por suas dores, eu não fiz nada!
Não me mate pelos seus medos, eu existo,
Não me deixe andar sozinha, é juntos que se constrói,
Não feche a porta, se você quer que eu entre...Porque se eu decidir ir embora, é para não voltar mais.
Temos que assumir o peso de nossas escolhas, mas sei que podemos fazer diferente, pegar tudo o que estava confuso, sem andamento, e reconstruir uma nova relação, de repente agora, mais madura. Se realmente houver o querer de ambas as partes.
Ana Gabriela Nunes.
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